A atriz Giselle Tigre, em entrevista à revista "Veja", falou sobre seu personagem na trama "Amor e Revolução", no ar pelo SBT. Ela e Luciana Vendramini viverão um casal homossexual e gravaram a cena do primeiro beijo gay das novelas brasileiras, exibidio no capítulo que foi ar na quinta-feira, 12 de maio de 2011. "Foi um beijaço, e foi só o começo. Nós duas estamos na expectativa de fazer uma cena de amor", disse.
sábado, 14 de maio de 2011
Críticas de Arnaldo Jabor
Bolsonaro é a essência do machão parado no tempo
Agressores de homossexuais não têm identidade alguma
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Gisele Tigre diz que "foi um beijaço" cena da novela "Amor e Revolução" no SBT
Em entrevista à revista "Veja" desta semana, a atriz Giselle Tigre falou sobre o beijo lésbico do seu personagem na trama "Amor e Revolução", do SBT.
Giselle e Luciana Vendramini protagonizarão o primeiro beijo lésbico da história das novelas brasileiras: "Foi um beijaço, e só foi o começo. Nós duas estamos na expectativa de fazer uma cena de amor", afirmou.
Giselle Tigre contou na entrevista que ficou eufórica por ser pioneira do beijo gay na teledramaturgia, e que nunca tinha beijado uma mulher antes.
Vai ao ar no capítulo do dia 11 deste mês o primeiro beijo gay em uma novela brasileira. A cena será exibida na trama "Amor e Revolução", de Tiago Santiago, no SBT.
Marcela (Luciana Vendramini/foto/esquerda) vai consolar Marina (Giselle Tigre/foto/direita), dona do jornal O Brasileiro.
Marina está triste porque Tiago (Mario Cardoso) não dá bola para ela. A advogada então se aproveita da situação e afirma que conhece uma pessoa homossexual que gosta dela. "Desconfio que essa amiga seja você", retruca Marina.
Marcela dispara que realmente é apaixonada por ela e as duas se beijam. As cenas entre as duas vão se tornar frequentes na novela do SBT.
"Amor e Revolução" vai ao ar às 22h30 pelo SBT.
Giselle e Luciana Vendramini protagonizarão o primeiro beijo lésbico da história das novelas brasileiras: "Foi um beijaço, e só foi o começo. Nós duas estamos na expectativa de fazer uma cena de amor", afirmou.
Giselle Tigre contou na entrevista que ficou eufórica por ser pioneira do beijo gay na teledramaturgia, e que nunca tinha beijado uma mulher antes.
Vai ao ar no capítulo do dia 11 deste mês o primeiro beijo gay em uma novela brasileira. A cena será exibida na trama "Amor e Revolução", de Tiago Santiago, no SBT.
Marcela (Luciana Vendramini/foto/esquerda) vai consolar Marina (Giselle Tigre/foto/direita), dona do jornal O Brasileiro.
Marina está triste porque Tiago (Mario Cardoso) não dá bola para ela. A advogada então se aproveita da situação e afirma que conhece uma pessoa homossexual que gosta dela. "Desconfio que essa amiga seja você", retruca Marina.
Marcela dispara que realmente é apaixonada por ela e as duas se beijam. As cenas entre as duas vão se tornar frequentes na novela do SBT.
"Amor e Revolução" vai ao ar às 22h30 pelo SBT.
Após decisão do STF, casais gays registram união estável em cartório
Como já era de se esperar, vários casais gays foram a cartórios do Brasil para registrar suas respectivas uniões estáveis, já que na última quinta-feira (5) o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou por unanimidade sua validade em território nacional.
E os dois casais que ganharam as manchetes nesta segunda-feira (9) são velhos conhecidos da comunidade LGBT. Toni Reis, que é presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABGLT), e seu companheiro, David Harrad, vivem juntos há 21 anos e foram em cartório registrar a união.
A reportagem do portal "R7" acompanhou o casal que conseguiu registrar a união estável no 6º Tabelionato de Curitiba (PR). De acordo com a reportagem, eles foram acompanhados por três advogados. O casal, que desde 2005 tenta adotar uma criança, vai entrar com documentos na Vara da Infância e Adolescência, já que a decisão do STF facilita esse processo.
O segundo casal a registrar a união foi Leo Mendes, que também é ativista da ABGLT, e seu namorado, Odílio Neto. Eles estão juntos há um ano e na manhã desta segunda-feira assinaram uma escritura de união estável no cartório Francisco Taveira, localizado em Goiânia (GO).
E os dois casais que ganharam as manchetes nesta segunda-feira (9) são velhos conhecidos da comunidade LGBT. Toni Reis, que é presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABGLT), e seu companheiro, David Harrad, vivem juntos há 21 anos e foram em cartório registrar a união.
A reportagem do portal "R7" acompanhou o casal que conseguiu registrar a união estável no 6º Tabelionato de Curitiba (PR). De acordo com a reportagem, eles foram acompanhados por três advogados. O casal, que desde 2005 tenta adotar uma criança, vai entrar com documentos na Vara da Infância e Adolescência, já que a decisão do STF facilita esse processo.
O segundo casal a registrar a união foi Leo Mendes, que também é ativista da ABGLT, e seu namorado, Odílio Neto. Eles estão juntos há um ano e na manhã desta segunda-feira assinaram uma escritura de união estável no cartório Francisco Taveira, localizado em Goiânia (GO).
sábado, 7 de maio de 2011
Insensato Colocon - capítulo 6
novela de NOXYEMA JACKSON
CAPÍTULO 6
- O que você fez com o Tyler, seu canalha, escroto? – diz ela, tentando se levantar.
- Isso não é de sua conta. Mais tarde você fica sabendo. Agora, o que eu quero que você saiba o seguinte: esta sua “noite” aqui no meu “xis” e tudo que lhe aconteceu, foi apenas um aviso do pior que poderá lhe acontecer, caso a senhorita continue me engambelando. Você vai embora, não vai dar um pio com ninguém sobre o que aqui se sucedeu e eu lhe dou uma semana para que pague o que me deve, senão, o corretivo virá em dose tripla. Agora vá e a pé!
- A pé? Você ficou louco? Meu corpo está todo dolorido. Não! Trate de me levar...
- Rá, rá, rá... Aí você acordou! Se manca traveco! Tá pegando o boi de eu te deixar ir. Pegue suas tralhas e vaza daqui, e nem adianta sair da cidade. Meus homens estão de butuca.
Entendendo que não adiantaria argumentar, Verusca concorda. Mr. Gonzaga desamarra as cordas. Com muita dificuldade a mona levanta-se do chão, pega sua bolsa e sai. Do sítio até a cidade eram alguns longos quilômetros. Tentaria pedir uma carona na estrada, porém, o que encontrou pelo caminho foi poeira, pedregulhos e mato. Andou bastante.
Na cidade, Fabinho San Mon Netty aprova com ressalvas a logomarca criada por Priscila. A garota ficou radiante por ter conseguido mais uma conta para a agência Teúdo. O empresário do ramo de lingerie convida Priscila e Marisa para conhecerem sua fábrica e, depois, leva as duas para almoçar. Marisa aproveita a oportunidade para falar com Fabinho de suas camisetas customizadas. Mon Netty fica muito interessado no portfólio que vê.
- Isso não é de sua conta. Mais tarde você fica sabendo. Agora, o que eu quero que você saiba o seguinte: esta sua “noite” aqui no meu “xis” e tudo que lhe aconteceu, foi apenas um aviso do pior que poderá lhe acontecer, caso a senhorita continue me engambelando. Você vai embora, não vai dar um pio com ninguém sobre o que aqui se sucedeu e eu lhe dou uma semana para que pague o que me deve, senão, o corretivo virá em dose tripla. Agora vá e a pé!
- A pé? Você ficou louco? Meu corpo está todo dolorido. Não! Trate de me levar...
- Rá, rá, rá... Aí você acordou! Se manca traveco! Tá pegando o boi de eu te deixar ir. Pegue suas tralhas e vaza daqui, e nem adianta sair da cidade. Meus homens estão de butuca.
Entendendo que não adiantaria argumentar, Verusca concorda. Mr. Gonzaga desamarra as cordas. Com muita dificuldade a mona levanta-se do chão, pega sua bolsa e sai. Do sítio até a cidade eram alguns longos quilômetros. Tentaria pedir uma carona na estrada, porém, o que encontrou pelo caminho foi poeira, pedregulhos e mato. Andou bastante.
Na cidade, Fabinho San Mon Netty aprova com ressalvas a logomarca criada por Priscila. A garota ficou radiante por ter conseguido mais uma conta para a agência Teúdo. O empresário do ramo de lingerie convida Priscila e Marisa para conhecerem sua fábrica e, depois, leva as duas para almoçar. Marisa aproveita a oportunidade para falar com Fabinho de suas camisetas customizadas. Mon Netty fica muito interessado no portfólio que vê.
Após o almoço, Priscila e Marisa vão dar um giro pela cidade. Param na Sorveteria Spósito, a mais tradicional de Paraíso e é lá que, sem esperar, acabam encontrando Eduardo na companhia de Pérola e Kelly. O olhar de todos se entrelaçam. Depois de muitos anos, Kelly olha para Priscila com olhos de desejo. Ela estava linda! A garota percebe a flechada. Já Marisa não tira os olhos de Eduardo, que não sabe o que diz e o que faz diante da surpresa.
- Nossa! Vocês em Paraíso? Como estão? – diz Pérola, quebrando o gelo, beijando e cumprimentando Priscila e Marisa.
- Estamos ótimas, Pérola! E vocês? Não sabíamos que Eduardo estava na cidade...
- Pois é, Priscila! Vim aqui visitar minhas amigas... E vocês? O que fazem em Paraíso?
- Vim visitar um cliente... – responde ela olhando fixamente para Eduardo.
- E já que nos encontramos aqui e estamos numa sorveteria, eu pago a rodada de sundae para todos! Que tal? – sugere Marisa, achando o máximo aquela situação e querendo ver o circo pegar fogo. O convite é aceito.
Em seu ateliê, após tomar um longo e bom banho de sais, Verusca tenta se recuperar do acontecido. Sua cabeça não parava de pensar em meios de se livrar daquela situação. Gonzaga não estava de brincadeira. Um pouco de sua preocupação se desfaz quando recebe a visita de Adrianny, sua melhor amiga que estava de volta, acompanhada de Carlos.
As duas se dão um longo e caloroso abraço. Após contar detalhes da viagem que fizera com Carlos, Adrianny passa a ouvir todo o martírio de Verusca.
- Eu sempre te avisei, amiga. Este negócio de mexer com “colocon” não dá certo. Eu tenho umas economias, mas este valor que você deve para este cara, não consigo arrumar...
- Ah... Eu vou pagar o que posso! É melhor para ele um pouco do que nada. Minha maior preocupação é com o Tyler. Tenho medo de o Gonzaga ter feito algo grave com ele.
- Se você quiser, eu posso fazer “uns corre” nas quebradas para ver se acho ele.
- Obrigada, Carlos, mas eu não quero mais gente envolvida neste problema. Tenho fé nos elementos! Mais cedo ou mais tarde ele há de aparecer... Só espero que bem...
Continua na próxima postagem.
Esta é uma história de ficção.
Qualquer semelhança com nomes, pessoas ou fatos, terá sido mera coincidência.
Qualquer semelhança com nomes, pessoas ou fatos, terá sido mera coincidência.
Edição 916
Abaixo a imagem da edição n.º 916 do CULTURA POP GLS, publicada no Jornal do Sudoeste - São Sebastião do Paraíso/MG, do dia 8 de maio de 2011.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
STF julga por unanimidade a favor da união civil entre casais homoafetivos
Para a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT - é uma vitória para a igualdade de direitos.
“O amor que não ousa dizer seu nome” (Oscar Wilde), finalmente tem a sua vez no Brasil. Nesta quinta-feira, 05 de maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal julgou a favor da união civil entre casais homossexuais.
Em seus discursos, os/da ministros/as da corte se fundamentaram nos preceitos fundamentais da Constituição, em especial a igualdade, a liberdade, a dignidade da pessoa humana e a proteção à segurança jurídica.
A decisão significa que agora no Brasil os casais do mesmo sexo têm os mesmos direitos que os casais heterossexuais.
O julgamento foi acompanhado por autoridades do governo federal e suas equipes, incluindo a Ministra Maria do Rosário, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República; o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; o Advogado-Geral da União, Luís Inácio Lucena Adams; o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel; bem como a Senadora Marta Suplicy – defensora de longa data da causa LGBT; e o Deputado Federal Jean Wyllys.
O julgamento do STF ocorreu em razão da Aguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 132/RJ e a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 4277. A primeira foi apresentada em 2008 pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro a fim de garantir que funcionários estaduais do RJ que mantivessem relações homoafetivas estáveis também pudessem ter os todos os benefícios de licença, previdência e assistência decorrentes de união estável heterossexual. A segunda foi interposta pela Procuradoria Geral da República em 2009 e requereu o “reconhecimento, no Brasil da união entre pessoas do mesmo sexo, como entidade familiar, desde que atendidos os requisitos exigidos para a constituição da união estável entre homem e mulher; e (b) que os mesmos direitos e deveres dos companheiros nas uniões estáveis estendem-se aos companheiros nas uniões entre pessoas do mesmo sexo”.
“O amor que não ousa dizer seu nome” (Oscar Wilde), finalmente tem a sua vez no Brasil. Nesta quinta-feira, 05 de maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal julgou a favor da união civil entre casais homossexuais.
Em seus discursos, os/da ministros/as da corte se fundamentaram nos preceitos fundamentais da Constituição, em especial a igualdade, a liberdade, a dignidade da pessoa humana e a proteção à segurança jurídica.
A decisão significa que agora no Brasil os casais do mesmo sexo têm os mesmos direitos que os casais heterossexuais.
O julgamento foi acompanhado por autoridades do governo federal e suas equipes, incluindo a Ministra Maria do Rosário, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República; o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; o Advogado-Geral da União, Luís Inácio Lucena Adams; o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel; bem como a Senadora Marta Suplicy – defensora de longa data da causa LGBT; e o Deputado Federal Jean Wyllys.
O julgamento do STF ocorreu em razão da Aguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 132/RJ e a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 4277. A primeira foi apresentada em 2008 pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro a fim de garantir que funcionários estaduais do RJ que mantivessem relações homoafetivas estáveis também pudessem ter os todos os benefícios de licença, previdência e assistência decorrentes de união estável heterossexual. A segunda foi interposta pela Procuradoria Geral da República em 2009 e requereu o “reconhecimento, no Brasil da união entre pessoas do mesmo sexo, como entidade familiar, desde que atendidos os requisitos exigidos para a constituição da união estável entre homem e mulher; e (b) que os mesmos direitos e deveres dos companheiros nas uniões estáveis estendem-se aos companheiros nas uniões entre pessoas do mesmo sexo”.
Para Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT “a decisão do STF é uma vitória para a democracia. Ninguém saiu perdendo com a decisão, nem os opositores, mas um segmento significativo de brasileiros e brasileiras ganhou o acesso à igualdade de direitos garantida pela Constituição Federal e até então negada a casais do mesmo sexo. O STF deu um belo exemplo para o Congresso Nacional, que não avança com a matéria desde a primeira vez que foi apresentada em 1995, com o Projeto de Lei 1151/95, da então deputada e atual senadora Marta Suplicy. Essa é uma mais uma vitória na batalha contra desigualdade. Continuaremos a cobrar do Congresso Nacional a criminalização da homofobia e o reconhecimento do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.”
Em nome da ABGLT, Reis estendeu agradecimentos ao Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e equipe, pela postura e iniciativa de entrar no STF com a ADPF 132/RJ; à Dra. Deborah Duprat e à Procuradoria-Geral da República, que apresentou a ADI 4277; ao Ministro Ayres Britto, relator das duas ações, pelo parecer favorável; aos Amici Curiae que deram sustentação durante a sessão do STF no dia 4 de maio; ao Presidente Lula e à Presidenta Dilma e suas equipes, que se posicionaram favoráveis ao reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo; aos/às ministro/as do Supremo Tribunal Federal que deram seu julgamento favorável; ao movimento LGBT por seu desempenho de longa data em prol dos direitos iguais; aos/às apoiadores/as da causa LGBT; aos meios de comunicação pela cobertura dada ao julgamento pelo STF e pela cobertura que têm dado aos casos de violência e discriminação contra pessoas LGBT; e ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pela iniciativa de contabilizar os casais homossexuais no Censo de 2010, contribuindo de forma fundamental com um dado concreto evidenciando a inegável existência de pelo menos 60 mil casais do mesmo sexo no Brasil.
Em nome da ABGLT, Reis estendeu agradecimentos ao Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e equipe, pela postura e iniciativa de entrar no STF com a ADPF 132/RJ; à Dra. Deborah Duprat e à Procuradoria-Geral da República, que apresentou a ADI 4277; ao Ministro Ayres Britto, relator das duas ações, pelo parecer favorável; aos Amici Curiae que deram sustentação durante a sessão do STF no dia 4 de maio; ao Presidente Lula e à Presidenta Dilma e suas equipes, que se posicionaram favoráveis ao reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo; aos/às ministro/as do Supremo Tribunal Federal que deram seu julgamento favorável; ao movimento LGBT por seu desempenho de longa data em prol dos direitos iguais; aos/às apoiadores/as da causa LGBT; aos meios de comunicação pela cobertura dada ao julgamento pelo STF e pela cobertura que têm dado aos casos de violência e discriminação contra pessoas LGBT; e ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pela iniciativa de contabilizar os casais homossexuais no Censo de 2010, contribuindo de forma fundamental com um dado concreto evidenciando a inegável existência de pelo menos 60 mil casais do mesmo sexo no Brasil.
Aos amici curiae opositores: a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e a Associação Eduardo Banks, Reis afirmou que “não queremos destruir a família de ninguém, queremos sim constituir uma família da nossa forma”.
Para Maria Berenice Dias, presidenta da Comissão da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB, que atuou na condição de amicus curie do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM, “é de enorme significado o julgamento da ADI 4277 e da ADPF 132, pois o acolhimento das demandas irá retirar da invisibilidade lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. O reconhecimento das uniões homoafetivas como entidade familiar supre a perversa omissão do Legislativo que, por puro preconceito, tem deixado fora do sistema jurídico a população LGBT. O STF referendou a jurisprudência que vem se cristalizando em todas as justiças, garantindo a proteção à segurança jurídica de forma igual ao que já existia para os casais heterossexuais.”
Na opinião do advogado Roberto Gonçale, da Ordem dos Advogados - seccional Rio de Janeiro, “o julgamento, na instância máxima da Justiça brasileira, destas duas ações versando sobre temas dos direitos e deveres decorrentes de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo é um avanço extraordinário. Corresponde a uma necessidade de parcela significativa da população brasileira, que tem orientação sexual não heterossexual, pois é em decorrência da orientação sexual que esta população se via impedida de exercer regularmente direitos e deveres vivenciados por heterossexuais.”
A 2ª Marcha Nacional Contra a Homofobia terá sua conclusão em Brasília nos dias 17 e 18 de maio, no Dia Internacional de Combate à Homofobia. Em virtude da decisão histórica de hoje, a Marcha terminará com o 1º abraço homoafetivo ao Supremo Tribunal Federal.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Toni Reis, presidente da ABGLT: 61 8181 2196
Irina Bacci, vice-presidente da ABGLT: 11 9259 8621 / 7625 2741 / 8672 8192 / 2613 8288
Carlos Magno, secretário de comunicação da ABGLT: 31 8817 1170 / 3277 6908
Maria Berenice Dias, ex-desembargadora do TJ/RS e especialista em Direito Homoafetivo: 51 9155 5581 / 51 3019 0080
Roberto Gonçale, OAB-RJ : 21 2531 1326 / 2531 2804 / 9805 0734
Para Maria Berenice Dias, presidenta da Comissão da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB, que atuou na condição de amicus curie do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM, “é de enorme significado o julgamento da ADI 4277 e da ADPF 132, pois o acolhimento das demandas irá retirar da invisibilidade lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. O reconhecimento das uniões homoafetivas como entidade familiar supre a perversa omissão do Legislativo que, por puro preconceito, tem deixado fora do sistema jurídico a população LGBT. O STF referendou a jurisprudência que vem se cristalizando em todas as justiças, garantindo a proteção à segurança jurídica de forma igual ao que já existia para os casais heterossexuais.”
Na opinião do advogado Roberto Gonçale, da Ordem dos Advogados - seccional Rio de Janeiro, “o julgamento, na instância máxima da Justiça brasileira, destas duas ações versando sobre temas dos direitos e deveres decorrentes de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo é um avanço extraordinário. Corresponde a uma necessidade de parcela significativa da população brasileira, que tem orientação sexual não heterossexual, pois é em decorrência da orientação sexual que esta população se via impedida de exercer regularmente direitos e deveres vivenciados por heterossexuais.”
A 2ª Marcha Nacional Contra a Homofobia terá sua conclusão em Brasília nos dias 17 e 18 de maio, no Dia Internacional de Combate à Homofobia. Em virtude da decisão histórica de hoje, a Marcha terminará com o 1º abraço homoafetivo ao Supremo Tribunal Federal.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Toni Reis, presidente da ABGLT: 61 8181 2196
Irina Bacci, vice-presidente da ABGLT: 11 9259 8621 / 7625 2741 / 8672 8192 / 2613 8288
Carlos Magno, secretário de comunicação da ABGLT: 31 8817 1170 / 3277 6908
Maria Berenice Dias, ex-desembargadora do TJ/RS e especialista em Direito Homoafetivo: 51 9155 5581 / 51 3019 0080
Roberto Gonçale, OAB-RJ : 21 2531 1326 / 2531 2804 / 9805 0734
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